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Renamo entrega documento em falta para candidatura presidencial de Dhlakama

  • Simião Pongoane

Afonso Dhlakama

Afonso Dhlakama

Estão inscritos sete candidatos presidenciais e 11 partidos às eleições de Outubro em Moçambique

A Renamo entregou hoje, 21, ao Conselho Constitucional a certidão do registo criminal de Afonso Dhlakama para a corrida presidencial de Outubro próximo.

Com a entrega do documento em falta, quase todos os moçambicanos respiram de alívio, acreditando que o candidato presidencial da Renamo Afonso Dhlakama já vai sair do seu esconderijo ou parte incerta para concorrer com outros candidatos.

Ninguém sabe, no entanto, como foi obtido o documento.

A decisão final, agora, cabe ao Conselho Constitucional, órgão que avalia os documentos dos pretendentes a candidatos para presidência da República.

Há cerca de duas semanas, a Renamo entregou 20 mil assinaturas ao Conselho Constitucional para a candidatara do seu líder à corrida presidencial, mas faltava a certidão do registo criminal, um documento considerado de extrema importância na legislação moçambicana para efeitos eleitorais.

A sociedade civil, cansada de pretextos políticos que culminam com a morte de pessoas inocentes, estava muito apreensiva, suspeitando que a Renamo não iria entregar o registo criminal do seu líder o que resultaria na recusa da candidatura de Afonso Dhlakama pelo Conselho Constitucional.

André Madgimbire, mandatário da Renamo, reconhece a importância da certidão de registo criminal: “Foi uma grande vitória para nós. Estávamos preocupados. Como sabe o registo criminal é muito importante.

A entrega de documentos para a corrida presidencial termina à meia-noite de hoje, 21.

Até agora, sete candidatos entregaram assinaturas para a corrida presidencial, com destaque para Filipe Nyusi, da Frelimo, Daviz Simango, do MDM, e Afoso Dhlakama, da Renamo.

Para as eleições parlamentares, 11 dos 34 partidos e coligações de partidos registados também entregaram a sua documentação.

Os dados finais serão anunciados nos próximos dias pelo Conselho Constitucional e pela Comissão Nacional de Eleições.

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