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Recolha de amostras de casos suspeitos de zika suspensa no Bengo

  • Redacção VOA

Bengo regista primeiro caso de microcefalia provocada por zika

Autoridades aguardam resultados da primeira operação

As autoridades sanitárias de Angola suspenderam a recolha de amostras para detectar eventuais casos novos do vírus do zika na província do Bengo até que sejam conhecidos os resultados da primeira operação.

O director provincial da Saúde, João das Necessidades, disse à VOA que a recolha vai ser retomada tão logo se obtenham os resultados das amostras enviadas à derecção de Saúde Pública en Luanda.

“Vamos retomar provavelmente a operação na próxima semana”, garantiu.

Necessidades revelou ainda que a mãe do bebé diagnosticado com microcefalia encontra-se sob controlo dos serviços de saúde.

Na quarta-feira, 8, o ministro da Saúde assegurou que foram reforçadas as medidas de vigilância epidemiológica em todo o país visando detectar mais casos suspeitos do vírus do zika, que já foi diagnosticado em três cidadãos.

Luís Gomes Sambo afirmou na ocasião que as medidas preventivas são as mesmas aplicadas contra a cólera e a febre amarela e anunciou que o Governo gastou nos últimos oito meses mais de 40 milhões de dólares na aquisição de vacinas para a prevenção da mortalidade infantil e infanto-juvenil.

Quatro milhões de dólares foram destinados a vacinas contra a febre amarela.

Sambo admitiu que, até há algum tempo, houve escassez de algumas vacinas, nomeadamente a BCG contra a tuberculose e a vacina humana contra a raiva, mas que neste momentoa situação está controlada.

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