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Rebeldes apoiados pelos turcos matam 68 combatentes do Estado Islâmico na Síria


Militantes do Estado Islâmico numa comitiva do Iraque para a Síria

Militantes do Estado Islâmico numa comitiva do Iraque para a Síria

Os rebeldes sírios, com o apoio de aviões de guerra turcos, mataram 68 militantes do Estado Islâmico no norte da Síria durante a noite, afirmaram militares turcos neste sábado, 24, ao mesmo tempo que davam sequência aos intensos combates em torno da cidade de al-Bab.

Rebeldes apoiados pelas tropas turcas cercaram, durante semanas, a cidade tomada pelo Estado Islâmico sob a operação "Escudo do Eufrates", iniciada pela Turquia há quase quatro meses para varrer os extremistas sunitas e os combatentes curdos da sua fronteira com a Síria.

Nesta semana, aumentaram os combates em torno de al-Bab, resultando na morte de soldados turcos e de 138 jihadistas durante os confrontos na quarta-feira, o dia com mais vítimas mortais desde o início da incursão turca na Síria.

Desde a noite de sexta-feira, 68 militantes do Estado Islâmico foram "neutralizados" em combates e ataques aéreos perto de al-Bab, de acordo com um comunicado emitido pelos militares.

Segundo o texto, 141 alvos do Estado Islâmico foram atingidos nos ataques e um de seus quartéis-generais foi destruído. Os militares acrescentam ainda que dois dos rebeldes apoiados pela Turquia foram mortos e um ferido.

O ministro da Defesa, Fikri Isik, disse na sexta-feira que a área em torno de um hospital usado pelo Estado Islâmico como centro de comando e depósito de munições foi varrida, marcando um avanço dos rebeldes.

Isik, que estava na província de Kocaeli, perto de Istambul, também disse que as autoridades tinham informações de que três soldados turcos haviam sido capturados pelo Estado Islâmico, porém nada havia sido confirmado.

Na quinta-feira, o Estado Islâmico na Síria divulgou um vídeo sugerindo que os dois soldados turcos capturados haviam sido queimados até a morte, de acordo com o SITE Intelligence Group, que monitora grupos militantes online.

Reuters

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