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Ramos-Horta defende remodelação das chefias militares guineenses sem pressa


O representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau José Ramos Horta defende que a remodelação das chefias militares do país deve ser feita sem pressas, mas ao longo de alguns meses. Segundo o representante da ONU, Indjai disse-lhe que pretende aposentar-se e também já transmitiu essa ideia ao embaixador dos Estados Unidos (EUA) para o Senegal e Guiné-Bissau, Lewis Lukens.

Se o Governo e o novo Presidente da República também "entenderem que deve haver outro" líder militar, o representante da ONU defende o diálogo com as Forças Armadas para a escolha do próximo nome. Os militares ligados ao golpe de 2012, "querem garantias de que não serão perseguidos e acho que é o que lhes deve ser dado", referiu, defendendo uma amnistia interna e o levantamento condicional de sanções individuais impostas por organizações internacionais.

Entre as medidas está um mandado de captura da justiça norte-americana contra António Indjai, por indícios de participação em tráfico de droga, e o congelamento de bens e proibição de circulação na União Europeia para vários militares envolvidos no golpe.

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