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Desastre aéreo mata 30 pessoas no Huambo

  • Alexandre Neto

Avião Embraer 120 Brasilia, da Força Aérea Brasileira, igual ao da Força Aérea de Angola envolvido no acidente de quarta-feira

Avião Embraer 120 Brasilia, da Força Aérea Brasileira, igual ao da Força Aérea de Angola envolvido no acidente de quarta-feira

Três generais entre os mortos. Fabricante brasileira do avião envia equipa técnica a Angola

Um acidente com um avião Embraer da Força Aérea de Angola provocou, quarta-feira, 30 mortos, no aeroporto do Huambo.

O número de mortos ainda não foi confirmado oficialmente pelas autoridades que, entretanto, deram início a um inquérito. A fabricante do avião, Embraer, vai enviar a Angola uma equipa técnica para auxiliar a peritagem - disse à VOA um porta-voz da empresa.

O porta-voz considerou prematura qualquer espécie de consideração sobre as causas do acidente, dado que o inquérito está longe de concluído.

O avião Embraer 120 Brasília, caiu ao descolar, cerca das 11h50 (hora local). Relatos disponíveis a esta hora indicam que o avião se inclinou para um dos lados ao descolar, imediatamente antes do acidente.

Seguiam a bordo, de acordo com informações iniciais, 36 pessoas entre passageiros e tripulantes - a confirmar-se este número, viajavam no avião três pessoas em excesso da sua lotação (de 30 passageiros e três tripulantes). Para além dos mortos há seis feridos a lamentar.

O avião transportava uma missão militar e entre as vítimas mortais contam-se o General Pedro Kalias, o Brigadeiro Katata, o Brigadeiro Kizua e outros oficiais.

Ao que foi possível apurar, o avião tinha sido abastecido momento antes, o que tornaria qualquer acidente mais letal. O Embraer 120 Brasília envolvido no acidente foi vendido directamente a Angola pela Empresa Brasileira de Aeronáutica.

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