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PRS pede ao PM de Cabo Verde para não opinar sobre a Guiné-Bissau

  • Redacção VOA

Florentino Pereira, secretário-geral do PRS, Guiné-Bissau

Florentino Pereira, secretário-geral do PRS, Guiné-Bissau

Secretário-geral do principal partido na oposição exige que a comunidade internacional adopte posições independentes.

O secretário-geral do PRS, principal partido na oposição da Guiné-Bissau, pediu nesta asegunda-feira ao primeiro-ministro de Cabo Verde para não interferir nos assuntos internos do país.

Florentino Pereira, que não citou qualquer opinião manifestada por José Mária Neves, disse que ele deve preocupar-se com os problemas do seu país,

"Relativamente ao primeiro-ministro de Cabo Verde voltamos a apelar no sentido de prescindir, de abdicar [de comentar] os assuntos internos da Guiné-Bissau, sobretudo quando se trata de um conflito", disse Florentino Pereira.

José Maria Neves, primeiro-ministro de Cabo Verde

José Maria Neves, primeiro-ministro de Cabo Verde

"Eu nunca ouvi um primeiro-ministro da Guiné-Bissau a falar das crises em Cabo Verde. É preciso respeitar a soberania. Somos parceiros, somos amigos, mas antes de mais, devemos respeitar a Guiné-Bissau enquanto Estado soberano", continuou o secretário-geral do PRS numa conferência em que abordou os últimos acontecimentos no país.

Florentino Pereira também dirigiu as suas baterias para a comunidade internacional, tendo pedido aos seus representantes em Bissau que adoptem posições isentas, sem, também, aponta factos.

Aquele responsável voltou a reiterar o pedido feito na semana passada ao Presidente da República para que demita o Governo do PAIGC porque “não existe”.

José Mário Vaz reúne-se no final da tarde com o PAIGC, PRS, a mesa do parlamento e os 15 deputados cujos mandatos foram suspensos na tentativa de encontrar um acordo entre todas as partes.

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