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PRS avisa do perigo de apatia eleitoral em Angola

  • Teodoro Albano

Partido diz que é preciso convecer os eleitores de que há alternativas ao MPLA.

Os representantes do Partido de Renovação Social (PRS) nas províncias da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando-Cubango concluíram no Lubango ser preciso um grande trabalho de sensibilização junto dos potenciais eleitores para o sucesso da actualização dos dados eleitorais em curso no país.

Os responsáveis da quarta força política de Angola que avaliaram no fim-de-semana a situação do partido na região sul e sudoeste do país, tendo em atenção os objectivos eleitorais de 2017, e defenderam que, para se contrariar a tendência de absentismo actual, há que se redobrar a sensibilização.

A secretária provincial do PRS, na Huíla Júlia Caquene, disse ser preciso transmitir aos potenciais eleitores que existem alternativas para governar Angola.

“Nós estamos a ver e os outros também informaram das suas províncias que a adesão é um pouca e sempre dizem que já não têm a quem votar e por isso estão nas casas”, contou.

Caquene acrescentou que, por isso, o PRS agendou palestras e contactos porta-a-porta para “sensibilizar o povo a actualizar os seus cartões de eleitores”.

O partido defensor do federalismo em Angola tem tido dificuldades de implantação na zona sul do país, região predominantemente do MPLA, UNITA e a notável ascensão da CACA-CE.

Apesar de ter representação em todo o país, o PRS tem as suas bases eleitorais assentes na zona leste de Angola com realce para as províncias das Lundas e Moxico.

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