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PRS apresenta queixa crime a PGR contra empresa chinesa e polícia nacional

  • Manuel José

Eduardo Kuangana, presidente do PRS

Eduardo Kuangana, presidente do PRS

O presidente do PRS recorre ao Procurador Geral da República para pedir um combater às violações dos direitos humanos praticados pelas autoridades do Estado.

O Partido de Renovação Social através do seu líder Eduardo Kuangana depositou na PGR duas queixas crime, a primeira contra uma empresa chinesa que, segundo denuncias dos próprios trabalhadores, maltrata os trabalhadores e quando alguém morre são sepultados ilegalmente.

A segunda foi contra a Polícia Nacional por alegados maltratos a cidadãos que tentaram realizar uma manifestacao a 27 do mês passado.

"O PRS apresentou uma queixa a Procuradoria Geral da Republica na senda de uma denuncia de um grupo de cidadãos de 14, 15, 17 e 18 anos que foram recrutados na províncias da Huila, Benguela, Huambo e Namibe por uma empresa chinesa de construção civil, segundo estes cidadãos são submetidos a trabalhos forçados de escravatura e estes cidadãos decidiram fugir e ir à imprensa fazer a denuncia", revelou o Secretario para Informação do PRS Joaquim Nafoia que descreveu os maltratos a que são submetidos os trabalhadores angolanos pelos chineses.

"Muitos dos nossos compatriotas quando morrem nos estaleiros desta empresa chinesa os corpos são queimados ou enterrados inclusive sem conhecimento dos colegas angolanos que trabalham nestas empresas", revela.

Outra participação feita pelos renovadores sociais a PGR foi contra a policia nacional por alegados maltratos a cidadãos que tentaram realizar uma manifestacao a 27 do mês passado.

Segundo Joaquim Nafoia, "supostos indivíduos da Policia Nacional reprimiram uma manifestacao pacifica dos jovens do Movimento Revolucionário, jovens estes que foram torturados, levados e atirados na mata a 100 km da cidade de Luanda".

Para aquele responsável, "esta accao é de marginais e delinquentes, a policia não deve se comportar assim como delinquentes"

Até agora anão há nenhuma reação da Procuradoria Geral da Republica.
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