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Profissionais dizem haver um longo caminho para a imprensa angolana

  • Manuel José

Conferência debate papel da imprensa na consolidação da paz.

A Conferência Nacional sobre Paz, Direitos Humanos e Democracia encerrou nesta quarta-feira, 7, em Luanda, com uma mesa redonda sobre o papel da imprensa na manutenção da paz, democracia e direitos humanos em Angola.

Os profissionais de comunicação social concluíram que falta ainda muito para que a imprensa angolana responda a este desiderato.

“A média tem de ser plural, fomentar o contraditório, discutir assuntos de interesse nacional e não concursos de misses'', disse o secretário-geral do Sindicato dos jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido.

Para o sindicalista, a maior parte dos jornalistas angolanos não está engajada com valores nobres porque, garante, '' 90 por cento dos jornalistas são passivos e os que não são não aceitam submeter-se e são obrigados a abandonar''.

Victor Aleixo, outro prelector, pensa que a excessiva partidarização da sociedade periga os objectivos da media.

''Estamos muito politizados, temos que nos despir das mentes partidárias e cumprir as mentes profissionais'', adverte Aleixo, para quem “tudo depende de nós, mais consciência e maior coerência e valores éticos como regras do jogo''.

Acompanhe a reportagem:


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