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Professores na Huíla pedem greve

  • Teodoro Albano

Aguardam decisão do sindicato

Em causa, reclamam por actualização da carreira e pagamento de subsídios

Com a ameaça de greve a pairar no ensino geral em Angola, os professores na província da Huíla estão decididos em avançar para a paralisação caso venha a ser decidida pelo sindicato da classe a nível nacional.

Esta decisão ficou clara depois de uma reunião dos professores no último fim-de-semana em que analisaram a situação vigente no ensino não universitário.

A actualização da carreira docente, ao invés das promoções defendida pelo Governo, e a questão dos subsídios são as principais reivindicações do SINPROF que, desde o ano passado, foram entregues ao Ministério da Educação.

Para os professores, perante a ausência de soluções do Governo face ao caderno reivindicativo apresentado pelo Sindicato Nacional de Professores, (SINPROF), a paralisação é o caminho.

“Não há meios financeiros que suportam as necessidades dos professores e por vários motivos os professores optam pela greve. O nosso patrão (governo) não está a conseguir dar solução a estas situações”, disseram fontes da reunião para as quais “a greve é bem-vinda é justa”.

Para o secretário provincial em exercício do SINPROF, Albino Daniel, é importante que a ronda de negociações em curso entre a entidade patronal e o sindicato produza resultados positivos porque, segundo ele, a vontade dos filiados é partir para a greve.

“Caso não se resolvam os problemas na perspectiva em que o sindicato está a defender a Huíla está pronta para a paralisação de aulas”, sublinhou.

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