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Professor moçambicano quer ajudar a resgatar a tradição oral da literatura na Zambézia

  • Danielle Stescki

Espaço do Ouvinte

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Isac Tomé Pinho, 25 anos, é docente da Língua Inglesa no ensino público primário da província da Zambézia e sugeriu que conversássemos sobre a educação em Moçambique e a literatura da Zambézia.

Segundo Pinho, a educação no ensino primário está num ritmo bom, e os moçambicanos estão a conseguir alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milénio, ou seja à garantia do acesso universal à educação bási­ca.

Em Moçambique, a língua oficial é o Português, mas se falam várias outras.

O Inglês também é ensinado na escola. Pinho diz que as crianças gostam de aprender brincando. "Nós, como professores, temos usado esta metodologia. Acabamos por ter um bom resultado”.

Sobre a literatura na Zambézia, Pinho afirma que a juventude tem escrito, mas acha difícil publicar os trabalhos. Faltam apoio e dinheiro, afirma o professor. Uma outra dificuldade que os escritores da Zambézia enfrentam é o facto de eles não terem uma sede oficial para realizar eventos.

Pinho comenta que a tradição oral da literatura na Zambézia é muito rica, e ele quer ajudar a resgatá-la.

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