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Procuradoria-Geral da República pede 12 anos de prisão para o activista Mavungo

  • Redacção VOA

José Marcos Mavungo

José Marcos Mavungo

Defesa pede absolvição por falta de provas e juiz anuncia sentença para 16 de Setembro.

O Ministério Público pediu nesta sexta-feira, 28, uma pena de 12 anos de prisão para o activista José Marcos Mavungo acusado por crime de rebelião em Cabinda.

O pedido foi feito durante as alegações finais do julgamento iniciado na quarta-feira, 26.

Por seu lado, a defesa pediu a absolvição do activista por considerar que a Procuradoria-Geral da República não apresentou qualquer prova contra Mavungo.

A defesa alegou ainda que a reconstituição da cena feita ontem no local onde, supostamente, o activista teria deixado uma mochila com explosivos foi realizada longe da área citada no processo.

A sentença será lida a 16 de Setembro.

José Marcos Mavungo foi detido a 14 de Março quando saía de uma missa, alegadamente por estar por trás da organização de uma marcha que, naquele dia, pretendia manifestar a insatisfação dos cidadãos contra as violações dos direitos humanos e a governação da província.

Mais tarde, o Ministério Público alegou ter encontrado uma mochila com explosivos supostamente pertencente a Mavungo.

O antigo vigário-geral da Diocese de Cabinda, o padre Raúl Tati, disse ontem à VOA que “a acusação contra Mavungo é uma fabricação da inteligência militar”.

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