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Presidente do Manifesto do Protectorado das Lundas não foi recebido na ONU

  • João Santa Rita

Jota Filipe Malakito

Jota Filipe Malakito

Jota Filipe Malakito deve enviar a documentação do "genocídio nas Lundas" por correio.

O presidente do auto-denominado Manifesto do Protectorado das Lundas, Jota Filipe Malakito, foi nesta quarta-feira, 17, à sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, para entregar uma queixa contra as acções do Tribunal Penal Internacional (TPI) e do Governo angolano nas Lundas.

Entretanto, ele não foi recebido por nenhuma entidade, tendo sido informado que devia enviar a documentação que tinha em mãos pelos correios.

Malakito e o seu movimento tinham apresentado uma queixa no TPI, tendo o gabinete do Procurador daquele tribunal questioanado as provas apresentadas contra o que consideram ser o genocídio no território das Lundas.

Malakito levou à ONU o que diz serem essas provas mas deparou com um problema.

Não foi recebido por qualquer funcionário e foi-lhe dito para enviar a sua documentação pelos correios.

Em conversa com a VOA, Jota Filipe Malakito diz ter enviado agora "as provas da má tramitação do TPI" e acredita que aquele tribunal "depende da ONU e que, por isso não é independente".

Acompanhe a entrevista com a VOA.

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