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PM guineense denuncia manobras para interromper o desenvolvimento do país

  • Redacção VOA

Carlos Correia garante que os corruptos serão denunciados.

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau denunciou neste sábado o que considera serem "manobras para interromper o desenvolvimento" do país.

Carlos Correia disse que "as manobras vão falhar" porque o povo não irá deixar".

O também vice-presidente do PAIGC, no poder, fez estas declarações no acto realizado em Morés para lembrar o 53o. aniversário do início da luta pela independência da Guiné-Bissau.

Num discurso duro, Correia foi claro embora sem citar nomes, ao dizer que "tentaram a mesma manobra em Agosto e não conseguiram, não desistiram e estão a tentar de novo, mas vão falhar porque o nosso povo não irá deixar".

Para o dirigente histórico de 81 anos, "o povo tem que saber quem são os corruptos" e revelou estarem em curso trabalhos "para mostrar ao povo quem são os verdadeiros corruptos" na Guiné-Bissau.

No acto esteve presente a viúva de Amílcar Cabral, que vive em Cabo Verde, mas nem o Presidente da República nem o presidente do PAIGC e ex-primeiro-ministro compareceram nas comemorações.

Ana Maria Cabral lamentou que o país continue "a ter dificuldades para avançar" e apelou aos veteranos e actuais dirigentes, bem como a todos os guineenses, a "convergirem nos ideais da luta pela independência", que pretendia levar progresso e paz à Guiné-Bissau.

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