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Polícias moçambicanos condenados por envolvimento caça furtiva

  • William Mapote

Os 12 polícias foram sentenciados pelo Tribunal Judicial de Gaza a penas que variam de seis meses a oitos anos de prisão.

Doze agentes da polícia moçambicana foram condenados na província de Gaza, no sul do país, por envolvimento no crime de caça furtiva.

Trata-se de um grupo que inclui oficiais de nível superior que estavam detidos desde finais do ano passado.

Os 12 polícias foram sentenciados pelo Tribunal Judicial de Gaza a penas que variam de seis meses a oitos anos de prisão.

O grupo caiu nas malhas da justiça após investigações que resultaram num flagrante de parte dos agentes numa operação de venda de um chifre de rinonceronte por 600 mil meticais, equivalente a cerca de 20 mil dólares.

O porta-voz do comando-geral da polícia, Pedro Cossa confirma as sentenças e diz que são situações que colocam em causa a imagem da instituição.

A corporação assegurou que vai ser implacável contra práticas que envolvem seus agentes.

Autoridades do Parque Nacional do Limpopo, que partilha as espécies com o parque sul africano de Krugger Park, dizem que o rinoceronte já é uma espécie praticamente extinta do lado moçambicano.

Apesar disso, continuam a ser detidos cidadãos estrangeiros com despojos do rinoceronte nos aeroportos nacionais. O mais recente caso, aconteceu na semana passada, quando um cidadão asiático foi encontrado a transportar um corno daquele paquiderme.

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