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Polícia impede manifestação da Casa-CE a favor dos desalojados em Benguela


Edifício da administração da cidade de Benguela

Edifício da administração da cidade de Benguela

Porta-voz da Polícia responsabiliza a Unita pelos acidentes em Monte Belo.

João Marcos

O Comando da Polícia em Benguela alegou instabilidade para impedir uma marcha de apoio aos sinistrados das chuvas no litoral da província, convocada pela Casa-CE, para o passado sábado, 18.

A violência nos municípios do Bocoio e do Balombo, com a intolerância política e a seita religiosa Igreja do Sétimo Dia a Luz do Mundo na ordem do dia, deitou por terra os anseios do partido liderado Abel Chivukuvuku.

A marcha de solidariedade para com os cerca de 10 mil cidadãos desalojados deveria ter acontecido sábado último, alguns dias após os acontecimentos nos municípios em causa. Os participantes, entre militantes da Casa-CE e actores da sociedade civil, pretendiam reafirmar, numa caminhada pelas artérias da cidade de Benguela, que as condições nas áreas de realojamento não são das melhores.

A Polícia agarrou-se aos efeitos da actividade da seita Kalopeteca e das queixas da Unita.

Sobre o último assunto, o Comando Provincial veio a público desmentir o deputado Alberto Ngalanela, que acusou a polícia de agredir 13 militantes da Unita antes de uma actividade na comuna de Monte Melo.

“Os militantes da Unita agrediram elementos da população que circulavam pelo local e deixaram sete feridos que foram atendidos no hospital”, disse Edgar Arnaldo, porta voz do Comando da Polícia na província de Benguela.

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