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Polícia angolana tenta combater corrupção na corporação

  • Redacção VOA

Comandante-Geral Ambrósio de Lemos

Comandante-Geral Ambrósio de Lemos

Antigo professor defende formação moral e cívica dos formandos.

A Polícia Nacional de Angola tenta combater a corrupção no seio dos efectivos através da colocação de novosagentes na Unidade de Trânsito da província de Luanda.

Analistas consideram, no entanto, que a substituição de agentes não vai combater a corrupção no seio da corporação.

O psicólogo Sanda Wa Makumbu defende medidas educativas e punição severa para os agentes que insistem em tais práticas.

Antigo formador da Escola da Polícia, o académico diz que tem de se apostar na educação moral e cívica dos efectivos.

Por seu turno, o responsável os Direitos Humanos daUNITA, Joaquim Nafoia, lembra não ser a primeira vez que se trocam efectivos na Polícia Nacional por causa da corrupção pelo que a medida tomada pelo Comando Geral não vai surtir quaisquer efeitos.

Nafoia dissenão haver garantias de que os novos policias não foram recrutados com base no pagamento de luvas, ou seja, a famosa“gasosa”.

No acto do empossamento de400 novos agentes reguladores de trânsito,o Comandante Geral da PN, comissário-geral Ambrósio de Lemos disse quea troca dos efectivos visa"melhorar a dignidade e o prestígioque estavam a ser manchados pelo comportamento incorrecto de alguns efectivos de trânsito".


O número um da polícia angolana advertiu que a corporaçãoserámuito severaem penalizar, não só os polícias de trânsito, mas qualquer outro agente que insista em práticasque manchem a corporação.

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