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PM da Guiné-Bissau pede corte nas despesas do Governo

  • Lassana Casamá

Baciro Djá, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

Baciro Djá, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

Decisão de Baciro Djá surge depois de os parceiros internacionais anunciarem que não vão financiar o Orçamento do Estado em 2016.

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau instou o seu Governo a proceder corte nas despesas e a criar mecanismos para controlar as receitas públicas como forma de superar as dificuldades económicas que ameaçam o país nos próximos tempos, face à suspensão da ajuda financeiras pelos parceiros internacionais.

Baciro Djá fez este anúncio nesta sexta-feira, 24, depois de o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, a União Europeia e outras entidades terem anunciado que não vão financiar o Orçamento Geral de Estado em 2016.

O FMI já havia anunciado o corte à assistência à Guiné-Bissau pelo o facto de os anteriores Governos terem desembolsado mais de 57 milhões de dólares, correspondente a 5,5 por cento do Produto Interno Bruto, para liquidar empréstimos malparados junto a alguns bancos comerciais.

Na altura, responsáveis afirmaram que a “medida era necessária para evitar a falência do sector privado”.

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