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PGR de Angola vai investigar escândalo do Besa

  • Redacção VOA

Banco Besa

Banco Besa

Decisão acontece nas vésperas da visita de missão do FMI.

A Procuradoria Geral da República (PGR) de Angola reabriu a investigação aos acontecimentos que levaram à queda do Banco Espírito Santo de Angola (Besa).

As autoridades judiciais angolanas, de acordo com o jornal português Expresso, querem saber o que levou à criação de um buraco de quatro mil milhões de dólares na instituição.

A PGR já pediu informações às autoridades portuguesas na tentativa de descobrir o que levou à criação de um buraco de quatro mil milhões de dólares no Besa.

Ainda de acordo com a mesma fonte, o buraco do Besa foi transferido para a principal seguradora do Estado angolano, Ensa, mas vai ser assumido pelo Tesouro já que aquela entidade não tem capacidade financeira para o suportar.

Recorde-se qua da lista dos devedores ao Besa, figuram, entre outras personalidades, o vice-presidente do MPLA, Roberto de Almeida, a irmã do Presidente angolano, Marta dos Santos, Eugénio Neto, antigo administrador da Escom e outras proeminentes personalidades do regime de Luanda.

A decisão de investigar o caso Besa acontece nas vésperas da visita de uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que var dar continuidade às negociações iniciadas na semana passada em Washington para um acordo entre aquela instituição e o Governo de Luanda.

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