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PAIGC está a agir de má–fé, acusa Baciro Djá

  • Lassana Casamá

Baciro Dja, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

Baciro Dja, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

O Presidente do parlamento guineense recebe esta terça-feira os dirigentes da bancada parlamentar do Partido da Renovação Social (PRS), depois de ter reunido ontem com o PAIGC, enquanto duas formações politicas maioritárias na Assembleia Nacional Popular (ANP).

As reuniões de Cipriano Cassamá com estas duas formações politicas, maioritárias na Assembleia Nacional Popular, visa desbloquear o impasse reinante no parlamento sobre o agendamento do debate e eventual aprovação do Programa do Governo, documento o qual, já foi entregue a presidência parlamentar.

Edifício da Assembleia Nacional da Guiné-Bissau

Edifício da Assembleia Nacional da Guiné-Bissau

O partido vencedor das ultimas eleições legislativas, relegado para oposição, em função da dinâmica politica, condiciona o seu regresso ao hemiciclo com a exoneração do actual Procurador-geral da Republica, Antônio Sedja Man, por parte do Presidente da Republica, José Mario Vaz e a libertação do seu Deputado Gabriel Sow, preso no passado dia 28 de julho deste ano, sem que para isso seja levantado a imunidade parlamentar.

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC) insiste ainda na clarificação da situação dos 15 deputados expulsos do partido e que se juntaram ao PRS e que, em consequência politica, formaram o actual Governo.

Não obstante estas exigências, o Executivo, liderado por Baciro Dja, entende que o PAIGC está a agir de má–fé, querendo tirar proveito politico do actual contexto, com o bloqueio das sessões e reuniões parlamentares, o que, para alguns responsáveis governamentais, pode acarretar “consequências imprevisíveis para o pais”.

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