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Olusegun Obasanjo e Murade Murargy em Bissau

  • Redacção VOA

Olusegun Obasanjo

Olusegun Obasanjo

Cedeao e CPLP tentam mediar crise política.

O enviado especial da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) Olusegun Obasanjo e o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Murade Murargy estão em Bissau para tentar mediar a crise política e institucional.

O antigo Presidente da Nigéria inicia nesta segunda-feira às 17 horas locais uma série de encontros com os diversos intervenientes políticos e sociais, bem como representantes da comunidade internacional na capital guineense.

Esta é a terceira vez que Obasanjo vai a Bissau desde que eclodiu a crise política e institucional depois de o Presidente José Mário Vaz ter demitido, em Agosto de 2015, o Governo liderado por Domingos Simões Pereira.

“Voltei porque parece que o problema que vim resolver da outra vez não está solucionado. Vim resolver este impasse”, afirmou Obasanjo aos jornalistas a 10 de Outubro no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau.

Antes, a 18 de Setembro, quando visitou o país pela primeira vez na qualidade de enviado especial da Cedeao, Obasanjo tinha defendido a assinatura de um pacto de estabilidade para “evitar crises” como a actual.

Murade Murargy

Murade Murargy

Na altura disse que o pacto deveria ser subscrito por partidos políticos, Presidente da República, líder do Parlamento, primeiro-ministro e sociedade civil, tendo como premissas essenciais a cooperação, a colaboração e a concertação.

Por outro lado, o secretário executivo da CPLP espera também encontrar-se com os intervenientes da crise política e criar pontes para um entendimento.

Antes de partir para Bissau, Murade Murargy disse ir procurar entender as divergências e ajudar a encontrar um acordo entre as partes.

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