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Oservadores reiteram irregularidades nas eleições em Moçambique


Quem votou exibe o dedo com tinta indelével. Marta levou o filho que votou pela primeira vez. Matola. Moçambique. 15 Out, 2014. Foto enviada por Martinho Massundra

Quem votou exibe o dedo com tinta indelével. Marta levou o filho que votou pela primeira vez. Matola. Moçambique. 15 Out, 2014. Foto enviada por Martinho Massundra

A Missão de Observação Eleitoral da União Europeia(MOE-UE) em Moçambique reitera que uma série de irregularidades mancharam o processo eleitoral que culminou com as eleições de 15 de Outubro pela FRELIMO e o seu candidato, Filipe Nyusi.

Um comunicado de imprensa da União Europeia (UE) aponta casos de restrições localizadas de movimento dos observadores e de representantes de partidos políticos e de acesso à informação.

"Muitas dessas irregularidades, publicamente reconhecidas pela Comissão Nacional de Eleições(CNE), descredibilizaram o processo de apuramento de resultados, principalmente em quatro províncias", segundo os observadores europeus. Contudo, a UE acredita que as autoridades responsáveis pela adjudicação de queixas eleitorais poderão ainda contribuir para identificar e rectificar algumas das principais deficiências.

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