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Observadores da UE esperam resolução de pequenos problemas antes das eleições em Bissau

  • Alvaro Ludgero Andrade

Tony Reis, Chefe-Adjunto da Missão de Observadores da UE na Guiné-Bissau

Tony Reis, Chefe-Adjunto da Missão de Observadores da UE na Guiné-Bissau

Para Tony Reis "estas eleições são muito importantes para a Guiné-Bissau por permitirem ao país regressar à normalidade constitucional e ter um novo começo".

O Chefe Adjunto da Missão de Observadores da União Europeia reconheceu haver preocupações quanto à distribuição dos cartões de eleitores que, pela primeira vez, são biométricos e sem os quais os cidadãos não podem votar.

Tony Reis também chamou a atenção para o facto de ser necessário resolver ainda um problema relacionado com a legislação eleitoral que obriga furar o cartão, o que agora não será possível.

Aquele responsável da União Europeia reconheceu também haver ameaças de alguns agentes das mesas de voto de não comparecerem no domingo aos locais de trabalho caso os subsídios não forem pagos.

Tony Reis, que acompanha eleições na Guiné-Bissau desde 2000, diz no entanto que o dinheiro está disponível e que alguns pagamentos começaram a ser feitos.

Tony Reis disse à VOA que "estas eleições são muito importantes para a Guiné-Bissau por permitirem ao país regressar à normalidade constitucional e ter um novo começo".
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