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Obama avisa Síria contra uso de armas químicas


Síria foi avisada - Barack Obama na conferência de imprensa de Segunda-feira

Síria foi avisada - Barack Obama na conferência de imprensa de Segunda-feira

O presidente americano, Barack Obama tornou ontem claro que os Estados Unidos não tolerarão o uso ou movimentação de armas químicas pelo regime sírio de Bashar Al Assad.


As declarações do presidente americano foram tornadas públicas durante a sua aparição surpresa na slaa de imprensa imprensa na Casa Branca, onde ele se deslocou com o propósito de responder as queixas dos mídias de que ultimamente tem evitado as habituais conferências de imprensa.

Questionado sobre a Síria, Obama disse que até ao presente o presidente al-Assad não percebeu que perdeu a legitimidade e deve abandonar o poder.

“A comunidade internacional tem enviado uma mensagem clara de que em vez de arrastar o seu país para a guerra civil, ele deveria agir no sentido de uma transição política. Mas até ao momento pelo andamento da situação parece que a saída de al-Assad está longe,” disse Obama.

O presidente Obama referiu que a assistência humanitária e outras formas de ajuda fornecidas pelos Estados Unidos e parceiros internacionais à oposição síria, vão continuar, especialmente a ajuda a refugiados que fogem das zonas de combates.

Obama adiantou ainda que essas assistências incluem consultas com a oposição acerca de como a transição política deverá ser feita, incluindo preocupações ou princípios que devem ser observados no respeito das minorias étnicas e dos direitos humanos na Síria.

O presidente americano realçou que não ordenou nenhum “engajamento militar” na Síria. Mas disse que os Estados Unidos e os seus aliados estão a seguir de perto a situação, tendo adiantando que qualquer movimentação ou uso de armas químicas pelo governo sírio mudaria os seus “cálculos”.

O presidente americano disse que os Estados Unidos e os seus aliados têm “um plano de contingência”. E que tornaram claro que o uso de armas químicas seria atravessar “uma linha vermelha” que não seria tolerada por Washington.

“Temos comunicado a um certo nível com todos os actores na região que esta seria a linha vermelha,” disse Obama.

“ Para nós, poderá haver consequências enormes se começarmos a ver movimentações ou o uso de armas químicas e isso poderá mudar significativamente os meus cálculos.”

O presidente Obama disse que os Estados Unidos “não podem permitir uma situação onde armas químicas estejam a passar para as mãos de pessoas erradas”, tendo ainda adiantado que Washington tornou isso “muito claro” ao presidente Bashar al-Assad e “outros actores no terreno”.

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