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Obama reitera maior controlo da venda de armas

  • Redacção VOA

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos

"Leis fracas sobre armas tornam fácil que indivíduos perturbados consigam armas poderosas", afirmou o Presidente americano.

O Presidente americano voltou a criticar nesta segunda-feira, 13, as leis que permitem fácil acesso a armas, em mais uma ofensiva de Barack Obama para um maior controlo da venda de armas, rejeitado pelos republicanos.

"Leis fracas sobre armas tornam fácil que indivíduos perturbados consigam armas poderosas", afirmou Obama, reiterando que, aparentemente, as armas usadas no ataque em Orlando, que provocou a morte de 49 pessoas e ferimentos em 53, foram compradas legalmente pelo atirador

O Presidente disse que o caso está a ser tratado como uma investigação de terrorismo e esclareceu não haver prova clara de que o atirador estava a seguir ordens ou era parte de um plano maior.

Barack Obama afirmou que aparentemente o assassino foi influenciado por extremistas e que parece tratar-se de um caso de extremismo "doméstico".

A polícia de Orlando revelou hoje a possibilidade de alguém ter ajudado Omar Mateen a preparar o massacre na discoteca Pulse em Orlando na madrugada de domingo, 12.

O atirador

O atirador tinha 29 anos, era cidadão americano e filho de imigrantes afegãos.

Ele nasceu em Nova Iorque e morava na Flórida.

Antes do ataque, Mateen ligou para o serviço de emergência e revelou ser leal ao líder do Estado Islâmico.

Nesta segunda, na sua rádio oficial, o grupo extremista reivindicou a autoria do massacre

O suspeito já havia sido investigado pelo FBI porque havia citado possíveis ligações com terroristas a colegas de trabalho, mas a polícia concluiu as investigações sem encontrar quaisquer evidências.

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