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Obama em África: o simbolismo, o pragmatismo e os recados

  • Alvaro Ludgero Andrade

Barack Obama na sede da União Africana.

Barack Obama na sede da União Africana.

O presidente americano Barack Obama terminou esta semana uma visita de quatro dias ao Quénia e à Etiópia durante a qual discursou na sede da União Africana em Addis Abeba.

Tanto nas reuniões que manteve com os líderes daqueles dois países como no seu discurso na União Africana, Obama colocou ênfase em aspectos importantes como o facto de a África depender dela mesma para se desenvolver e aproveitar as suas enormes potencialidades que fazem dela a região do mundo que mais cresce.

Mas Obama também criticou os presidentes que se eternizam no poder, que não respeitam a lei, pediu um melhor tratamento para os homossexuais, defendeu acabar com o cancro da corrupção e mostrou todo o interesse dos Estados Unidos em ter parcerias com a África.

Calton Cadeado, Instituto Superior de Relações Internacionais, Moçambique

Calton Cadeado, Instituto Superior de Relações Internacionais, Moçambique

O professor o investigador Calton Cadeado, do Instituto Superior de Relações Internacionais de Moçambique considera que “foi um visita simbólica e importante” durante a qual as mensagens de Obama podem ajudar “mais a sociedade civil e os partidos na oposição do que o poder instituído”.

Cadeado, para quem a visita também revelou a necessidade que os Estados Unidos têm de criar uma parceria com África”, é o convidado desta edição da rubrica da VOA Agenda Africana. Oiça:

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