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O estigma da SIDA e a perspectiva pelos países africanos de língua portuguesa


Activistas com cartazes que dizem "VIH não é um crime" numa manifestação em Melbourne, durante a conferência Internacional da SIDA, Julho 22, 2014.

Activistas com cartazes que dizem "VIH não é um crime" numa manifestação em Melbourne, durante a conferência Internacional da SIDA, Julho 22, 2014.

Actualmente o novo paciente de VIH tende a ser heterossexual, africano e mulher

Apesar dos grandes avanços medicos no tratamento da SIDA, uma forte obstáculo mantém-se no caminho de muitos afectados com a doença: o estigma. Viver nas sombras é um especial da Voz da América que abre a cortina sobre o desafio de lutar contra a SIDA, quando acontece em Melbourne a vigésima Conferência Internacional da SIDA.

O Estigma prendeu-se à SIDA desde o início. Quando o vírus começou a surgir nos anos ’80 ele criou uma grande franja em dois grupos que historicamente enfrentaram o seu próprio estigma: os homossexuais e os usuários de drogas por via intravenosa.

Mais de 30 anos depois, a cara da SIDA mudou. Actualmente o novo paciente de VIH tende a ser heterossexual, africano e mulher.

O estigma da SIDA mantém-se do Cambodja à Nigéria, ao Uganda e persiste em países tão desenvolvidos como os Estados Unidos e o Canadá, por exemplo.

Em Melbourne, na Austrália, estão reunidos cerca de 12 mil pessoas entre doentes, activistas e especialistas até 25 de Julho, numa conferência que procura senão a cura, as soluções para aquela que foi considerada a doença do século XX

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