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Nova unidade policial moçambicana enfrenta caça furtiva

  • Alfredo Júnior

Ministro Celso Correia ateando o fogo que destruiu presas de elefante e cornos de rinoceronte

Ministro Celso Correia ateando o fogo que destruiu presas de elefante e cornos de rinoceronte

A caça furtiva tem estado a crescer a um ritmo galopante em Moçambique devido às avultadas somas financeiras envolvidas neste crime.

Em Moçambique, a nova unidade da polícia de protecção dos recursos naturais e meio ambiente tem estado a desencadear várias acções no sentido de estancar a caça furtiva, apesar do número reduzido do seu efectivo perante a vastidão das aéreas de conservação do país.

Uma das acções culminou com a apreensão de enormes quantidades de marfim e cornos de rinocerontes que foram incinerados recentemente.

A caça furtiva tem estado a crescer a um ritmo galopante em Moçambique, devido às avultadas somas financeiras envolvidas neste crime contra a biodiversidade. O governo tem envidado esforços para estancar este crime, tendo reforçado o sector de fiscalização e policiamento, segundo disse o Ministro da Terra e Ambiente, Celso Correia, para quem se deve envolver a comunidade no combate a este crime.

Em Moçambique, a Administração Nacional das Áreas de Conservação tem estado a desenvolver um trabalho de fiscalização, por forma a estancar este crime. Os fiscais do sector já identificaram as áreas consideradas apetecíveis pelos caçadores furtivos e onde as actividades de combate devem aumentar, segundo revelou Carlos Lopes, do Sector de Fiscalização da ANAC.

O trabalho de fiscalização conta com um apoio da recém criada Polícia de Protecção de Recursos Naturais e Meio Ambiente, que está a espalhar os seus homens pelas áreas de conservação e cujo resultado do trabalho está à vista, com as últimas apreensões segundo afiançou José Machava, Comandante da Polícia Ambiental.

O novo código penal em vigor no país já tem em conta os crimes contra o meio ambiente e a conservação e proteção de espécies em perigo. Porém, os magistrados do Ministérios publico e dos tribunais clamam pela aprovação do regulamento da Lei que criminaliza os autores deste actos, facto corroborado por Afonso Antunes.

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