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Na invasão à casa de Dhlakama, a polícia deu sinais de anarquia

  • Amâncio Miguel

Afonso Dhlakama (de branco)

Afonso Dhlakama (de branco)

Comenta o deputado e analista político Muhamad Yassine, que realça que no país “a anomalia torna-se regra.”

Mais tinta em torno da invasão à casa de Afonso Dhlakama: Muhammad Iassine, deputado da Renamo e especialista em relações internacionais, diz que o acto deu provas de que a “polícia cria anarquia quando entende e a seu bel-prazer”.

Para Yassine, “sendo o Presidente Filipe Nyusi, comandante das forças armadas e segurança, não se compreende que a Polícia tenha actuado sem o seu conhecimento”, numa altura em que o seu homólogo da Tanzânia visitava o país.

A acção, que segundo Yassine “não prestigia Moçambique”, foi bastante inoportuna, em particular por ter acontecido numa altura em que há avanços no sentido de o Governo e a Renamo dialogarem para encontrar uma solução pacífica para a instabilidade.

No entanto, o deputado, que lamenta que no país situações anómalas estejam a virar regra, espera que os mediadores irão encontrar a melhor forma de juntar as partes em conflito.

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