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Muitos buracos, na cidade da Beira, a segunda maior de Moçambique

  • Francisco Júnior

O Município defende-se. Assegura que para tudo há uma explicação.

Buracos, buracos e buracos. Muitos buracos, na cidade da Beira, a segunda maior de Moçambique. Beira, cidade onde se localiza o segundo maior corredor ferro-portuário do país.

Corredor que faz a ligação e por onde passa boa parte da carga que provém e vai para os países da região Austral de África sem acesso ao mar, com particular destaque para o Zimbabwe.

Os munícipes da Beira reclamam. Os automobilistas dizem que as viaturas estão a ficar danificadas por causa do mau estado das vias.

O Município defende-se. Assegura que para tudo há uma explicação.

Albano Carige António, Vereador de Construção, Urbanização e Infraestruturas do Conselho Municipal da Beira, diz mais. Diz que as chuvas contribuíram para o actual estado das rodovias.

Beira tem uma rede viária constituída por 400 quilómetros de estradas. A maior parte dessas estradas, cerca de 250 quilómetros, são estradas de terra batida. O resto é asfalto e pavimento.

As autoridades municipais dizem que não será possível reparar todas as vias com problemas, este ano, mas garante que obras serão feitas naquelas que são consideradas as mais importantes.

E, segundo Albano Carige António, algumas estradas vão deixar de ter alcatrão, prevendo-se a colocação de pavet.

Albano Carige António, Vereador de Construção, Urbanização e Infraestruturas do Conselho Municipal da Beira, e as obras de reabilitação previstas para as estradas da segunda maior cidade moçambicana. Obras que este ano irão absorver cerca de 400 milhões de meticais, qualquer coisa como pouco mais de um milhão e 240 mil dólares americanos, ao câmbio do dia.

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