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Combate ao SIDA em Moçambique exige adopção urgente de novas políticas

  • Francisco Júnior

Lançamento da iniciativa “Acelerar o fim da epidemia de HIV/SIDA nas cidades”, Maputo

Lançamento da iniciativa “Acelerar o fim da epidemia de HIV/SIDA nas cidades”, Maputo

A iniciativa “Acelerar o fim da epidemia de HIV/SIDA nas cidades” lançada esta semana em Moçambique volta a colocar a luta contra a doença na agenda política do país.

A iniciativa das Nações Unidas visa apoiar as cidades a enfrentarem os desafios, a incrementar as boas práticas e a introduzirem inovações para acabar com a epidemia do SIDA até 2030.

Com uma prevalência de 16.8 por cento, a cidade de Maputo é a terceira província mais afectada pelo HIV-SIDA, depois da de Maputo (província) e Gaza.

A taxa de prevalência do HIV na cidade de Maputo, na população dos 15 aos 49 anos de idade, é de 16,8 por cento, dos quais 20,5 por cento são mulheres e 12,3 por cento são homens.

Por outro lado, o número de mulheres trabalhadoras de sexo está a aumentar no maior centro urbano moçambicano.

Estimativas disponíveis indicam que duas em cada 100 mulheres adultas que vivem em Maputo são trabalhadoras de sexo.

As mesmas estimativas revelam ainda que, naquela cidade, existem 13 554 prostitutas, das quais 31,2 por cento são seropositivas.

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