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FMI de regresso à Moçambique

  • William Mapote

Economistas moçambicanos optimistas.

Uma equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) está desde hoje em Maputo, para 12 dias de avaliação e conversações com o governo moçambicano, que poderão culminar com a assinatura de um novo pacote de ajuda ao país.

A missão é chefiada por Michel Lazare, economista que liderou a missão que negociou os termos de referência para a auditoria forense sobre a dívida pública, e que está em curso no país.

Apesar de haver poucas informações sobre a visita, economistas nacionais consideram que a chegada da missão é reflexo dos resultados das medidas adoptadas recentemente pelo governo, em resposta às exigências impostas pelo FMI, entre as quais a auditoria forense e reformas macro-economicas.

Gabriel dos Santos, economista e docente na Universidade Sul africana de Wits, salienta que as perspectivas para um futuro próximo são positivas, em termos macro-económicos, contudo, enquanto não se reflectirem no bolso do cidadão, estas terão pouco significado.

O governo moçambicano considera vital um acordo para uma nova ajuda para salvar as contas públicas do colapso.

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