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Mobilidade dos operadores de registo dificulta fiscalização diz UNITA

  • Isaías Soares

 Mardanês Calunga, Secretário provincial da Unita.

Mardanês Calunga, Secretário provincial da Unita.

Autoridades dizem que tudo está correr bem.

O reduzido número de fiscais de partidos políticos para supervisionar a actualização do registo eleitoral e prova de vida do eleitor preocupa o secretário provincial da Unita em Malanje, Mardanês Agostinho Calunga.

O político disse que o desdobramento dos operadores móveis sem os fiscais viola os pressupostos para fiscalização.

“A ideia que nós temos das brigadas móveis é que trabalham numa determinada localidade, deslocam-se para outra, aí os eleitores actualizam o seu registo, mas não é o que está a acontecer”, criticou.

No entanto, o director provincial de registos, João de Assunção, disse que nos primeiros 15 dias do registo eleitoral nos 14 municípios de Malanje, o processo decorre na normalidade.

Assunção inteirou-se do trabalho dos operadores noss postos de registo fixos implantados na paróquia Sagrado Coração de Jesus, Jardim da Liberdade e posto móvel na sede da telefonia Angola Telecom.

“Os números actuais estão de acordo com as nossas expectativas (...) 37 mil cidadãos já actualizaram os seus dados cumprindo assim com o seu dever de cidadania”, disse.

A Unita criou mais de uma dezena de brigadas de sensibilização para a mobilização da população das comunas, aldeias e sedes de três municípios do interior desta província.

As eleições de 2017 poderão dar dignidade e um rumo certo para o país se os angolanos votarem com lealdade, defendeu o secretário provincial da Unita em Malanje, Mardanês Agostinho Calunga.

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