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Moçambique e Angola melhoram no Índice de Prosperidade Global

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Mercado de Maputo

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Brasil e Portugal caíram no Índico do Legatum Institute.

O bom desempenho económico ajudou Moçambique e Angola a subirem um lugar no Índice de Prosperidade Global, compilado pelo Legatum Institute, com sede no Reino Unido, que compara os níveis de riqueza e bem-estar de 96% da população e 99% do Produto Interno Bruto mundial. Entretanto, aqueles países caíram em vários outros quesitos como governação, educação e saúde e continuam na cauda do índice que analisou a prosperidade de 142 países em 2013.

Moçambique subiu 10 lugares e chegou a para 96º no sub-índice de economia graças ao crescimento registado em 2013, à redução da inflação, à maior confiança no mercado de trabalho e maior satisfação com a qualidade de vida.

Porém, desceu quatro posições nos indicadores de governação, educação e liberdade pessoal, ocupando agora a 120ª posição.

Angola subiu uma posição no Índice e ocupa agora a 132.º entre 142 países, ou seja está entre os 10 piores do mundo. Este aumento no reflecte o progresso na economia, governação, segurança e liberdade pessoal, mas quebras em capital social, educação e saúde.

O país subiu nove lugares no sub-índice de economia graças à melhoria de vários indicadores em 2013, nomeadamente a descida da inflação e da taxa de desemprego, mas os angolanos manifestaram mais queixas nas questões subjectivas, como pior acesso a comida e abrigo e menos confiança na disponibilidade de emprego.

Quanto aos demais países de língua portuguesa, Brasil foi aquele que mais caiu, da 31ª. posição para o 49º lugar.

Portugal também caiu para o grupo dos 10 países europeus com pior classificação na área da educação, mas manteve o 27º lugar no Índice Global de Prosperidade.

No topo do índice, no entanto, nada mudou: a Noruega continua campeã em prosperidade. Em seguida aparecem Suíça, Nova Zelândia, Dinamarca e Canadá ocupam os cinco primeiros lugares.

Os países menos prósperos são os que enfrentam guerras, falta de liberdade política e de expressão, problemas na educação e violência como Chade, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Burundi e Iémen.

O Índice Global de Prosperidade classifica os países em nove sub-índices diferentes: fundamentos económicos, empreendedorismo e inovação; instituições democráticas; educação; saúde; segurança; governança; liberdades pessoais; e capital social.

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