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Missão da CEDEAO vai ficar mais seis meses na Guiné-Bissau

  • Lassana Casamá

A CEDEAO decidiu prolongar por mais seis meses a missão do ECOMIB na Guiné-Bissau.

A decisão saiu da cimeira desta organização dos países da África Ocidental, que teve lugar no fim-de-semanaem Dakar, capital senegalesa.

A reunião contou com a presença do presidente guineense, José Mário Vaz, que minimizou a crise do seu país, que se arrasta há trinta e dois dias, desde a demissão do governo liderado por Domingos Simões Pereira.

Mesmo com o país sem governo, há mais de um mês, o presidente José Mário Vaz diz não haver crise política na Guiné-Bissau.

O contraditório é que, mesmo não havendo crise, segundo o presidente José Mário Vaz, uma missão da CEDEAO deverá chegar a Bissau nos próximos dias. O objectivo, sublinha ele, é avaliar a situação vigente.

Na cimeira de Dakar, que também analisou os processos eleitorais em perspectiva na Guiné Conacri, Costa do Marfim e Burkina Faso, foi decidido o prolongamento do mandato do ECOMIB, a força de manutenção de paz da CEDEAO na Guiné-Bissau.

Nos corredores politicos locais, espera-se que esta semana sejá marcada pela interpretação do acórdão expedido, na semana passada, pelo Supremo Tribunal de Justiça, que obriga José Mário Vaz, a recuar na sua posição e devolver o poder de governar ao PAIGC, na qualidade do partido vencedor das últimas eleições legislativas.

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