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MISA-Angola denuncia crescimento do monopólio dos médias

  • Manuel José

Alexandre Neto Solombe, presidente do MISA - Angola (Foto de arquivo)

Alexandre Neto Solombe, presidente do MISA - Angola (Foto de arquivo)

A ideia da existência de liberdade de imprensa em Angola pelo número de títulos criados é falsa, segundo o responsável do MISA-Angola Alexandre Solombe.

Alexandre Solombe diz verificar-se neste momento no país um fenómeno em que quase todos os órgãos de comunicação social criados pertencerem a um mesmo patrão.


"Nós estamos a assistir em Angola efectivamente à concentração de órgãos de comunicação social em mãos das mesmas pessoas neste contexto surjam emissoras de televisão ou de rádio; não estamos a falar de sucesso a nível da liberdade de imprensa em Angola e não estaremos a promover a diversidade que é um pressuposto fundamental da Democracia", explica Solombe.

O presidente do MISA-Angola pensa que não é pelo número de órgãos que se mede este direito e diz que existe falta de vontade política para que o país tenha liberdade de imprensa.

"Infelizmente a lei de imprensa em Angola não é cumprida por várias razões, de um lado ela não é regulamentada desde 2006, por outro, há falta de vontade política", completa.

Alexandre Solombe diz também que contrariamente ao que se propala em Angola não existe nenhuma rádio comunitária.
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