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Marcolino Moco assume-se como activista a favor das vítimas do regime angolano

  • Alvaro Ludgero Andrade

Marcolino Moco

Marcolino Moco

Antigo primeiro-ministro diz não haver espaço para a política em Angola porque o regime ocupa tudo.

O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, diz que assume, na actualidade, a posição de defensor das vítimas do regime de José Eduardo dos Santos.

Questionado pela VOA se admite regressar à actividade política, Moco diz que “a vida toma o seu curso”.

O também ex-secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) considera que, na situação actual, não há espaço para um intervenção política, para além dos partidos constituídos.

É que, para Marcolino Moco, o Presidente da República, apoiado por seus seguidores, controla até a imprensa privada, que pertence à pessoas no poder.

“Só eles é que têm espaço,” denuncia Moco.

Entretanto, Moco reitera que poderá tomar em breve uma posição política se for notificado formalmente para depor como declarante no julgamento dos 17 activistas por, alegadamente, pertencer ao Governo de Salvação Nacional.

“Não vou, porque é uma brincadeira,” assegurou Moco.

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