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Casos de malária reduziram na província de Malanje


Casos de malária reduziram na província de Malanje

Casos de malária reduziram na província de Malanje

Entre 2009 e 2010 houve uma redução de 30 mil pacientes e apenas 38 óbitos

Os dados epidemiológico sobre a malária de Abril de 2010 a Março de 2011 foram apresentados em vésperas do Dia Mundial da Malária, em Malanje, aos quadros do sector e a todos parceiros envolvidos na prevenção e redução da patologia que mais mortes provoca em Angola.

A chefe de departamento em exercício da Saúde Pública, Yolanda Mote garantiu que de 2009 a 2010 houve uma redução de 30 mil pacientes com malária e 38 óbitos.

“Durante o ano 2010 tivemos cerca de 58.933 casos com 386 óbitos, comparando com o ano de 2009 que tivemos 89.231 casos e 424 óbito, de uma forma geral acho que as actividades estão a contribuir muito para a redução dos casos de malária na província”, disse na ocasião.

A melhoria e a qualidade de formação dos técnicos de diagnósticos, as campanhas de sensibilização da população, a implementação do projecto de luta antivectorial a cargo de 13 especialistas cubanos e a distribuição de redes mostuiteiras impregnadas são algumas das medidas que contribuem para o abaixamento da malária nesta provínica.

Actualmente a incidência da malária nesta região é de 7,7 por cento, numa altura em que o governo angolano tem a obrigação de reduzir até 2012 em cerca de 60 por cento.

Das 124 unidades sanitárias que fornecem o tratamento da malária, apenas 10 por cento realizam a pesquisa microscópica.

O responsável provincial do programa de combate à malária da OMS, Dr. Mayala António referiu que as informações produzidas foram reecolhidas da rede sanitária da província depois de todos os procedimentos técnicos ou de acções de terreno.

“Hoje quando se fala de caso de malária a nível mundial, conforme as orientações da OMS no ano passado significa que o caso deve ser testado e confirmado que este é malária, fora disso este caso não pode ser considerado como malária”.

O oficial da OMS reafirmou que como resultado da incidência daquela patologia em Angola e de acordo a prevenão individual ocorre em mulheres grávidas que utilizam o Tratamento Interminente Preventivo (TIP) e colectiva com a entrega de mosquiteiros

O órgão de consulta da Direcção de Saúde do programa de combate à malária, o Forúm Provincial, não funciona desde o ano passado, situação preocupante para os intervenientes em todo o processo.

A Consaúde Limitada – empresa privada angolana de consultoria de Gestão e Administração, com financiamentos da USAID, através da Iniciativa do Presidente dos Estados Unidos da América -- desenvolve nesta província desde 2007 um programa que visa igualmente reduzir a malária.

Até ao momento 296.858 pessoas beneficiaram do referido programa, onde 56.487 são mulheres grávidas e 240.371 crianças com idades dos zero a 5 anos.

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