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Machava volta a acolher a festa da Independência

  • Redacção VOA

Moçambique aos 40

Moçambique aos 40

Imprensa local reporta ausência do líder da Renamo

No dia 25 de Junho de 1975, a festa do nascimento do novo país foi no Estádio da Machava. Hoje, 40 anos depois, o mesmo local acolhe a réplica da celebração, desta feita com Filipe Nyusi no lugar de Samora Machel.

O programa tem uma particularidades: os jovens que completam hoje 40 anos de idade irão partilhar a chama da unidade nacional, que durante dois meses percorreu o país de 24 milhões de habitantes, de Cabo Delgado, importante base da luta de libertação, até Maputo, a capital.

Recorde-se que durante o percurso, a “chama da unidade” foi criticada pela oposição, particularmente por acaretar despesas desnecessárias.

Além de manifestações culturais, o programa da Machava inclui um desfile militar, show aéreo e discursos de diferentes organizações sociais e politicas.

A imprensa local noticiou que a Renamo, principal partido da oposição, não estaria representada, em nenhum dos eventos, pelo seu líder, Afonso Dhlakama.

Outra força da oposição, o Movimento Democrático de Moçambique, terá confirmado a presença de Daviz Simango, seu líder, em cerimónias similares na Beira, segunda maior cidade do país. Simango é presidente desse município.

O evento do Estádio da Machava foi precedido pela tradicional deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis, onde repousam os restos mortais de importantes figuras da luta de libertação, com realce para Eduardo Mondlane e Samora Machel. Está igualmente prevista uma recepção oferecida pelo presidente Nyusi.

Em todos os eventos de Maputo, prevê-se a participação dos países de expressão portuguesa, membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral e outros com os quais Moçambique mantem relações diplomáticas e de amizade.

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