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Lusófonos na África do Sul dizem votar por um país sem corrupção

  • Simião Pongoane

Vinte e nove partidos políticos concorrem para 410 assentos no parlamento nacional.

Mais de 25 milhões de eleitores sul-africanos vão amanhã escolher os seus dirigentes para os próximos cinco anos.

Segundo a Comissão Eleitoral Independente, 29 partidos políticos concorrem para 410 assentos no parlamento nacional, mas as sondagens de opinião dão vitória ao Congresso Nacional Africano, liderado por Jacob Zuma, envolvido em escândalos financeiros e sexuais.

Sul-africanos e estrangeiros residentes, sobretudo moçambicanos e portugueses, dizem que vão votar para um país livre de corrupção, criminalidade e pela criação de oportunidades de emprego para jovens.

Entretanto, em algumas regiões pobres da África do Sul, os residentes locais ameaçam boicotar a votação por alegar que desde que começaram a votar há 20 anos continuam na mesma pobreza no país mais industrializado de África.

A polícia lançou um aviso à navegação: tudo menos violência, cuja tolerância é zero.

Estas são as primeiras eleições democráticas sem Nelson Mandela, considerado pai da democracia sul-africana que morreu em Dezembro ultimo.
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