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Falta de água em Luanda ameaça saúde pública

  • Coque Mukuta

O drama de Luanda, como se vê nesta foto de arquivo do Kazenga, ou é a falta de água ou o seu excesso.

O drama de Luanda, como se vê nesta foto de arquivo do Kazenga, ou é a falta de água ou o seu excesso.

As autoridades angolanas apontam a falta de chuva como a causa fundamental da escassez do precioso líquido.

A falta de água em Luanda está a causar dissabores aos seus residentes que se queixam de um aumento dos perigos para a saúde pública.

As autoridades dizem estar a fornecer água aos hospitais com camiões cisterna

Há mais de 30 dias que se regista um racionamento estrito da água na capital angolana que só corre algumas horas por dia, geralmente da parte da manhã.

As autoridades angolanas apontam a falta de chuva como a causa fundamental da escassez do precioso líquido.

Manuel João Neto estudante do ensino médio, contou que a vida na escola está cada vez mais difícil afirmando que os estudantes preferem mesmo não usar os quartos de banhos pelo péssimo estado de higiene a que se encontram.

“A falta de água está difícil para os quartos de banhos, por isso prefiro não utilizar” disse, alertando para possibilidade de doenças devido á falta de higiene.

O estudante Tomás Salvador Domingo, muitas vezes tem que ir à escola sem tratar da higiene pessoal por falta de água.

“A falta de água é um pesadelo para todos nós e para as nossas casas porque sem água não se faz nada não se lava roupa não se toma banho. É muito difícil” disse Domingo que firsou tambem a falta de água na escola.

“A escola está muito mal com as casas de banhos muito sujas e muito desorganizadas” adiantou

Já uma vendedora de legumes no mercado informal, Diamantina Ferreira, disse à nossa reportagem que para lavar os seus produtos tem de se levantar às 3 horas da manhã e percorrer quilómetros para conseguir água.

“Hoje acordei as 4 horas da manhã e não tinha água,” disse.

Além dos mercados e das escolas, os hospitais de Luanda passam pelos mesmos problemas, como constatou a nossa reportagem, jntup de funcionários da limpeza, enfermeiros e vários pacientes.

Segundo o porta-voz da EPAL, Domingos Paciência, a empresa colocou à disposição dos hospitais cinco camiões-cisterna para distribuir água às unidades hospitalares

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