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Líderes sociais, juvenis e universitários americanos e africanos estreitam relações

  • Redacção VOA

Jovens líderes africanos no Yali de 2016

Vinte e seis americanos estará em 17 países africanos em Março

Uma iniciativa lançada pelo antigo Presidente americano Barack Obama traz anualmente aos Estados Unidos mil jovens líderes africanos.

É o programa popularmente conhecido por YALI, cujo nome oficial é Mandela Washington Fellowship.

Os jovens líderes africanos passam seis semanas em universidades e centros de estudos nos Estados Unidos .

O programa vai continuar durante o Verao de 2017.

Entretanto, a construção de um relacionamento duradouro é uma via dupla e muitos em África desejam ver os americanos no seu continente.

Nesse sentido, 26 americanos foram escolhidos para participarem no Programa de Intercâmbio Recíproco, uma nova componente que o Mandela Washington Fellowship pretende concretizar.

O Departamento de Estado americano fez uma parceria como uma organização sem fins lucrativos de educação internacional para ajudar nesse intercâmbio.

O programa irá levar cidadãos americanos a 17 países da África Subsaariana durante este mês de Março.

Brian MacHarg, director académico de envolvimento cívico na Universidade da Carolina do Norte, que recebeu, em 2016, 25 jovens dirigentes africanos, foi convidado por dois jovens africanos a deslocar-se ao Níger e ao Benim.

No Benim, MacHarg vai participar com Jean Bamigbade, fundadora do programa Educação para o Desenvolvimento, uma organização que defende a educação das jovens.

Outro participante no programa é Rudy Hightower, oficial reformado da Marinha dos Estados Unidos, que vai à Etiópia.

Ele vai cooperar com Enque Endeshaw, um psiquiatra etíope que pretende encontrar formas de melhorar os cuidados de saúde mental para os migrantes e os refugiados.

Os dois vão usar um modelo de programa de computador para aumentar o treino dos psiquiatras e fornecer suplementos nutricionais às populações de refugiados.

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