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Líderes mundiais condenam atentados em Paris

  • Redacção VOA

Ban kimono

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Os principais líderes mundiais reagiram com indignação e promessas de solidariedade à França aos atentados que provocaram pelo menos 140 mortos nesta sexta-feira em Paris.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas emitiu uma declaração condenando os "bárbaros ataques terroristas e covardes" envolvendo criminosos usando armas e bombas em vários locais, incluindo o estádio nacional de esportes e uma grande casa de shows.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou os "ataques terroristas desprezíveis" levados a cabo em Paris.

Em comunicado, o Presidente russo, Vladimir Putin, enviou as suas profundas condolências a Hollande e a todo o povo da França após os "ataques terroristas horríveis em Paris".

"A Rússia condena veementemente esta matança desumana e está pronta para fornecer toda e qualquer ajuda para investigar esses crimes terroristas”, diz o comunicado.

Por sua vez, a Nato Otan afirmou estar ao lado da França, um dos membros fundadores.

"Estou profundamente chocado com os terríveis ataques terroristas em toda Paris hoje à noite. Meus pensamentos estão com as famílias das vítimas, com todos os afectados e com o povo da França", disse o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg.

O homem-forte da Aliança Atlântica garantiu, no entanto, que o ocidente está forte e unido na luta contra o terrorismo.

“O terrorismo nunca vai derrotar a democracia”, garantiu Stoltenberg.

O Governo brasileiro também manifestou a sua "profunda consternação pela série de bárbaros atentados ocorridos na noite desta sexta-feira em Paris", segundo nota do Ministério das Relações Exteriores.

"Ao mesmo tempo em que transmite suas condolências aos familiares das vítimas e empenha a sua plena solidariedade ao povo francês e ao Governo da França, o Brasil condena os ataques nos mais fortes termos e reitera o seu firme repúdio a qualquer forma de terrorismo, qualquer que seja sua motivação", afirmou o Itamaraty.

Na Europa, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, cujo ministro das Relações Exteriores assistia ao jogo de futebol entre França e Alemanha com Hollande quando o estádio foi atacado, disse estar “profundamente abalado com as notícias e fotos que estão chegando de Paris".

Merkel afirmou que “o Governo alemão está em contacto com o Governo francês e enviou uma mensagem de condolências e solidariedade em nome do povo alemão".

Por sua vez, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou estar "chocado".

"Nossos pensamentos e orações estão com o povo francês. Faremos o que pudermos para ajudar", completou Cameron.

Em Bruxelas, os líderes das instituições da União Europeia, que têm tentado coordenar as respostas de segurança desde os ataques islâmicos ocorridos em Janeiro em Paris, também se manifestaram.

"Estou confiante de que as autoridades e o povo francês vão superar este novo sofrimento", disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, declarou que estava acompanhando a situação "horrorizado".

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