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Paludismo e outras doenças enchem hospital de Porto Amboim

  • Fernando Caetano

No município do Amboim as doenças diarreicas e respiratórias agudas dominam o tecido de enfermidades com que se debatem as populações.

No município do Amboim as doenças diarreicas e respiratórias agudas dominam o tecido de enfermidades com que se debatem as populações.

Associado a estas enfermidades está também o paludismo que cada dia que passa vai ganhando mais corpo e o índice de internamento tende a aumentar.

No hospital regional do Amboim, cerca de cento e vinte pacientes estão internados pelas causas atrás referenciadas sendo as crianças as mais vulneráveis.

O director administrativo do referido hospital Armando Fernando disse que por essa altura do ano, essas têm sido as doenças que mais afectam as populações.

Instado a pronunciar-se sobre a existência de fármacos e onde se regista a doença com maior intensidade, Armando Fernando, sustentou que fármacos existem, a periferia da cidade e demais comunidades são as zonas mais afectadas.

O grande problema como fez referência consiste na falta de especialistas de saúde pois como disse a unidade tem recorrido a especialistas já reformados e os que estão à porta da reforma:

«Em termos de internamento, nesse tempo normalmente os números tendem a crescer. Nesse preciso momento temos cerca de 120 internados. Na sua maior parte o número é mais em pediatria. Pediatria nesse momento temos 46 pacientes mas com tendências de subir cada dia que passa mas, tudo está controlado. Normalmente o que as vezes aflige um pouco é o problema do pessoal que está passar a reforma e que não tivemos nenhuma substituição durante o ano e do concurso, estamos a aguardar até presente momento».

Era o director administrativo do hospital regional do Amboim Armando Fernando e o quadro das enfermidades que se registam no município do Amboim, província do Kwanza-Sul. De recordar que a situação da falta de quadros para o sector da saúde sobretudo para os municípios vem se arrastando há anos e a direcção da saúde nunca veio à público esclarecer os motivos que estão na base da não injeção de recursos humanos lá onde é mais necessário.

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