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Juventude da UNITA acusa a polícia de obstruir suas actividades

  • João Marcos

Aly Mango

Aly Mango

JURA pretendia realizar actos no Cubal, em Benguela

A JURA, movimento juvenil da UNITA, acusa a Polícia de tentativa de obstrução de uma actividade programada para o município do Cubal , na província de Benguela, onde morreram três pessoas no ataque a deputados do principal partido da oposição meses atrás.

Apesar do que chama de intimidação, o secretário-geral da Juventude Unida Revolucionária reafirma que a sua organização vai até às últimas consequências para forçar a mudança.

O político Aly Mango não gostou do comportamento de dois Comandos Municipais da Polícia Nacional.

“No Cubal, primeiro, o 2º comandante teve uma postura de fanatismo, ao intersectar uma das viaturas e ao querer limitar o número de viaturas. É mau para um país democrático, conforme tem dito o Sr. Presidente da República. Faltou respeito. Outro caso foi notado no Chongoroi, onde um polícia faz o trabalho do MPLA’’, refere Mango.

É deste informe que o Comando Provincial está à espera, porque, por enquanto, apesar da insistência da VOA, não faz nenhum comentário.

No seguimento da sua jornada, no Chongoroi, a JURA foi confrontada com o encerramento provisório do hospital municipal.

O secretário-geral diz que o cenário de degradação e a falta de medicamentos levaram a direcção a esconder os doentes internados

“Há uma degradação total no hospital municipal. Disseram-nos que não existiam doentes, mas notámos que tinham sido guardados. Não há medicamentos, faltam reagentes para o RX. Uma criança a necessitar teve de ser transferida para Benguela, onde, infelizmente, também não havia no Hospital Geral’’, salientaAly Mango, líder da JURA, para mais adiante falar de uma criança “a deus-dará”.

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