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Jazz americano estimula artistas angolanos e moçambicanos

  • Amâncio Miguel

Totó

Totó

“Música angolana não é só kizomba ou kuduro”, é preciso explorar outros ritmos, incluindo o jazz, diz o cantor angolano Totó; O promotor Belmiro Quive, de Moçambique, vê oportunidades para os artistas que trabalham com os convidados internacionais.

Duas estrelas do Jazz americano escalaram esta semana o espaço da lusofonia, na África Austral: Dianne Reeves, em Luanda, e Marcus Miller em Maputo.

Marcus Miller (esquerda) e Belmiro Quive

Marcus Miller (esquerda) e Belmiro Quive

​Maputo, Marcus Miller actuou no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane. O promotor do espectáculo, Belmiro Quive, disse à VOA que foi uma oportunidade para oferecer aos amantes do jazz momentos únicos, e promete oferecer mais.

Totó, que abriu o “show” da americana Diane Reeves, na 1ª edição do Jazzing, em Luanda, diz que a oportunidade inspira-lhe a continuar, tanto mais que a música angolana não é apenas kuduro.

Acompanhe as entrevistas:

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