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Instituto Nacional de Petróleos aumenta custo das propinas

  • Fernando Caetano

Instituto Nacional de Petróleos

Instituto Nacional de Petróleos

Pais e encarregados de educação não aceitam de bom grado om aumento para 600 mil kwanzas anuais.

O Instituto Nacional de Petróleos(INP) aumentou a propina anual para 600 mil kwanzas, equivalentes a seis mil dólares.

A notícia caiu no auditório do Instituto como uma bomba no seio dos pais e encarregados de educação que estavam visivelmente surpreendidos e aborrecidos.

Como forma de justificar o aumento das propinas, o director-geral da instituição Domingos Francisco afirmou que este ano lectivo está a iniciar num contexto marcado por particular complexidade e exigências acrescidas não apenas para a direcção da escola como para toda comunidade escolar.

Para Francisco, a acentuada redução do preço do petróleo no mercado internacional e a instabilidade vigente no mercado petrolífero vão naturalmente condicionar toda a acção presente e futura do INP.

Esta conjuntura também vai afectar o ritmo de implementação do plano de acções e a execução dos projectos em carteira, como a aquisição de novos equipamentos didácticos e pedagógicos o que para ele é absolutamente compreensível.

A nível das intervenções das infra-estruturas físicas, a acção do INP, segundo seu director-geral, irá cingir-se ao absolutamente necessário podendo vir a ocorrer no final deste ano lectivo algumas obras de reabilitação nos dormitórios masculinos.

O director-geral do Instituto Nacional dos Petróleos anunciou também a criação de um centro de arrecadação de receitas para garantir o futuro da escola que, segundo Domingos Francisco, terá de ser gerido na perspectiva da realização de acções de prospecção, mobilização, negociação e concretização de novos contratos de formação profissional determinadas às empresas petrolíferas.

As aulas tiveram início na passada segunda-feira e o Instituto Nacional de Petróleos tem 628 alunos matriculados nos vários níveis de ensino técnico profissional.

Recorde-se que 70 por cento dos alunos provenientes da capital do país Luanda, seguindo-se as demais províncias como Kwanza-Sul, Benguela, Huambo, Huíla, Namibe, Bié, Malanje, Kwanza-Norte, Cabinda e Zaire.

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