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Governo e instituições privadas de ensino não se entendem na Guiné-Bissau

  • Lassana Casamá

Bissau, Guiné-Bissau

Bissau, Guiné-Bissau

Governo alega falta de condições científicas, académicas e materiais de funcionamento de várias instituições.

Na Guiné-Bissau está instalada a polémica entre o Ministério da Educação Nacional e responsáveis dos centros de formação profissional, escolas e universidades privadas.

No centro da confusão, consta a decisão do Governo que ordenou ao encerramento de mais de 10 instituições do ensino médio e superior, num total de 20 registadas, alegando falta de condições científicas, académicas e materiais de funcionamento.

O diretor-geral do Ensino Superio, Fodé Mané justificou à VOA, as razões da decisão governamental.

Uma destas instituições afectadas pela medida é a Universidade Lusófona da Guiné que viu os seus cursos do Direito, Engenharia Informática e Enfermagem-geral serem suspensos pelo Ministério da Educação Nacional.

Mesmo com a posição do Governo, a Universidade Lusófona, já com 924 estudantes formados de 2008 a esta parte, mantém em funcionamento os seus três cursos suspensos pelo Governo.

Contudo, Tcherno Djalo considera que não se trata de um desafio as autoridades educativas do país.

A polémica dura há cerca de duas semanas e afecta centenas de alunos e estudantes das instituições do ensino visadas pela decisão do Ministério da Educação.

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