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Campanha eleitoral aquece em Inhambane

  • William Mapote

Comício da Frelimo, durante a campanha eleitoral para a presidência da Câmara de Inhambane

Comício da Frelimo, durante a campanha eleitoral para a presidência da Câmara de Inhambane

O MDM acusado de estar a aliciar jovens, com bebidas alcoólicas

Ao fim de três dias de campanha eleitoral, começam a surgir as primeiras acusações entre os dois partidos que concorrem para a presidência do municipio de Inhambane: a Frelimo e o Movimento democrático de Moçambique (MDM).

Através do Ministro da Agricultura, a Frelimo, partido que suporta a candidatura de Benedito Guimino, veio acusar o MDM de estar a aliciar jovens, com bebidas alcoólicas, para apoiarem a sua campanha.

Em conferência de imprensa, marcada para apresentar o balanco dos primeiros três dias da caça ao voto, Jose Pacheco, que já foi ministro do Interior, chefia a brigada da Frelimo. Diz ele ter constatado a existência de muitos jovens que estarão a ser aliciados com bebidas alcoólicas para apoiar outros candidatos,numa clara alusão a Fernando Nhaca, o candidato da oposição nas intercalares do próximo dia 18.

A primeira reacção veio pela voz de Manuel de Araújo,um dos rostos notáveis de apoio a Fernando Nhaca.Em contacto telefónico com a reportagem da Voz da América, Araújo disse não estar surpreendido com os pronunciamentos de Pacheco.

Segundo o edil de Quelimane, a Frelimo está incomodada com o sucesso da campanha do seu movimento no seio do eleitorado da Terra da Boa Gente, sendo esta, uma situação que está a ser difícil de digerir.

No seu auto-balanco, Fernando Nhaca considera ter atingido, nos três primeiros dias, mais de quatro mil candidatos, através de contactos interpessoais.

E enquanto os candidatos se desdobram em promessas,em troca de votos,o cepticismo das promessas paira entre o eleitorado.

Os dois candidatos têm mais uma semana pela frente, para tentar desfazer as dúvidas dos eleitores e atrai-los a seu favor.

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