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Empresários moçambicanos na África do Sul queixam-se de burocracia no seu país

  • Simião Pongoane

Mercado de Maputo

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Governo de Maputo reconhece situação, mas não há melhorias.

Emigrantes moçambicanos com sucesso empresarial na África do Sul estão desapontados com o que consideram excesso de burocracia e corrupção nas instituições de Moçambique.

Com sucesso registado na África do Sul, emigrantes dizem que têm tentado abrir negócios ou levar investidores para casa, mas esbarram-se com a burocracia e a corrupção.

Félix Bambo é um empresário com cerca de 350 trabalhadores na sua empresa e vários contractos no sector de energia na África do Sul.

Ele se queixa de não poder levar o sucesso que fez na África do Sul para Moçambique.

Maria Guila, que vive na África do Sul há três décadas trabalhando na área de Turismo, disse ter ficado envergonhada com investidores que queriam abrir supermercados de produtos de primeira necessidade.

Herculano Numaio que trabalha no Ministério sul-africano da Justiça e que, com outros colegas, queria abrir uma escola secundária completa, leccionando em língua inglesa, é outro da longa lista de pessoas que se queixam da burocracia e corrupção em Moçambique.

O Governo moçambicano reconhece que a burocracia e corrupção são fenómenos que prejudicam o desenvolvimento do Pais e diz estar a introduzir medidas de combate, mas ainda sem efeitos.

Parceiros de cooperação internacional estão preocupados com a situação e têm pressionado para mais reformas.

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